Cerca de 200 pessoas interromperam a Sessão de hoje por cerca de uma hora para reivindicações generalizadas. Maioria dos manifestantes eram ligado à UNE. Todos os interessados tiveram direito à palavra e reunião foi feita no plenário.
A estudante Beatriz Pereira Raimundo, 18 anos, levantou um questionamento ao presentes. "Quantos de vocês já vieram acompanhar ao vivo a sessão da Câmara? Assim como eu, quase ninguém nunca veio. E essa manifestação deve gerar frutos. É importante que a gente continue com esse gosto pela política e que continuemos nossos questionamentos nos nossos bairros", disse a estudante.
Uma comissão de manifestantes foi formada dentro da Câmara para que as questões fossem colocadas em pauta e voltar posteriormente à Câmara para discussão com os vereadores. Outros 70 manifestantes fecharam a Rodovia Anhanguera ao mesmo tempo.
Projetos
Na Tribuna Livre, três pessoas falaram, sendo que duas subiram à tribuna para falar do projeto n° 11.301/13, do vereador Rogério (PHS) que prevê psicólogo em toda Unidade Básica de Saúde do município, que tramita na Casa após ter o parecer contrário da Comissão de Justiça e Redação derrubado na última sessão. O terceiro inscrito, Francisco Cosinati, falou sobre transporte público para deficientes, que acabou sendo o tema central da sessão.
O projeto do prefeito Pedro Bigardi, que autoriza subvenções sociais no exercício de 2013, foi adiado a pedido do vereador e líder do governo na Câmara, Marcelo Gastaldo (PTB) para melhores estudos.
O projeto de lei nº 11.128/12, de autoria do vereador Paulo Sergio Martins, que veda o uso de próprios públicos a entidades particulares para promoção de eventos com fins lucrativos também gerou polêmica e bate-boca entre os vereadores, Paulo Sergio Martins, Paulo Malerba e Rogerio e a discussão do projeto, que já foi à votação por três vezes e teve uma audiência pública, durou mais de meia hora e o projeto foi aprovado com nove votos favoráveis.
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